Single triplo ao vivo captura Gal Costa em anos de discos menores em que a 'voz tamanha' nunca se apequenou

Single triplo ao vivo captura Gal Costa em anos de discos menores em que a 'voz tamanha' nunca se apequenou

Gal Costa (1945 – 2022) em momento de sintonia com o violonista Luiz Meira
Acervo pessoal Luiz Meira / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Eu vim da Bahia / Azul / Força estranha
Artista: Gal Costa (feat. Luiz Meira)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Os anos 2000 foram desafiadores para Gal Costa (26 de setembro de 1945 – 9 de novembro de 2022). A década foi atravessada pela cantora com álbuns de menor ambição artística – editados por gravadoras nacionais de pequeno porte como a MZA Music, a Indie Records e a Trama – e com shows de menor repercussão.
Gal somente recuperaria a plena forma artística a partir de 2011 com o álbum “Recanto”, idealizado por Caetano Veloso justamente para repor a artista no devido lugar de uma das maiores cantoras do Brasil de todos os tempos.
Nem por isso o cristal de Gal deixou de brilhar fora do holofotes e do hype. Shows de voz e violão, feitos pela cantora com o violonista Luiz Meira, mostravam que ela, a voz, ainda estava lá, luminosa, sagaz, singular. A parceria com Meira foi de 1997 a 2016.
Álbum póstumo previsto para ser lançado no fim de maio, em edição viabilizada através de parceria das gravadoras Biscoito Fino e MZA Music, “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves” flagra a cantora nesse período que gerou discos e shows de menor importância na música brasileira e na história da…

Leia a matéria completa