Os esqueletos do PL do Rio que assombram Flávio Bolsonaro

Os esqueletos do PL do Rio que assombram Flávio Bolsonaro

Senador Flavio Bolsonaro após visitar o pai preso na Superintendência da PF em Brasília, em 9 de dezembro de 2025
/Adriano Machado
A pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (27) mostra o candidato de Flávio Bolsonaro (PL), Douglas Ruas, ao governo do Rio de Janeiro bem atrás de Eduardo Paes. Enquanto o ex-prefeito aparece com 40%, Ruas tem 10%.
É fato que a campanha ainda não começou para valer, mas há uma percepção de que, sem a máquina e dinheiro público para garantir apoio de prefeitos, Douglas Ruas terá dificuldades de decolar.
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O PL do Rio de Janeiro se transformou num foco de tensão e ameaça. Em público, Flávio dá apoio a Ruas, mas nos bastidores, trabalha com um plano B: André Marinho, que concorrerá pelo Partido Novo.
O maior problema de Flávio com o PL de seu estado são os esqueletos do governo Castro, que já começaram a sair do armário. O discurso de campanha de Flávio terá um forte tom contra a corrupção, mas foi o governo do PL do Rio, de Cláudio Castro, que fez o maior aporte de dinheiro no banco Master. Torrou mais de 1 bilhão de reais em aplicações no banco de Vorcaro, dinheiro que era para pagar aposentados e pensionistas.
O volume cresce com o aporte feito pela Cedae no mesmo banco: cerca de 200 milhões. Por isso há forte tensão para saber se…

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