CNE aprova nova regulamentação sobre uso de IA em escolas e universidades; texto segue para consulta pública
Uso inadequado de IA pode enfraquecer a capacidade de estudantes, alerta professor especialista no assunto. Esta imagem foi gerada por IA, com o promt (comando) “crie uma imagem hiperrealista de um estudante usando uma ferramenta de IA para estudar. A cena se passa em uma escola no Ceará”
Geração por IA
O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, nesta segunda-feira (11), a primeira regulamentação oficial para o uso da inteligência artificial (IA) no ensino brasileiro. O texto seguirá para consulta pública.
As normas, que passaram por ajustes recentes após sugestões do Ministério da Educação (MEC), têm como objetivo criar um “filtro ético-pedagógico” para o emprego da tecnologia em escolas e universidades.
Segundo Celso Niskier, um dos relatores da proposta, o texto original foi “enxugado” para que passasse a focar mais nas diretrizes centrais. Debates específicos, como o ensino sobre IA em cursos que formam professores, serão feitos em outros contextos.
O documento aprovado afirma que a inteligência artificial pode ampliar significativamente as possibilidades da educação brasileira, desde que:
seja usada com responsabilidade;
preserve a centralidade humana;
fortaleça a autonomia intelectual;
promova inclusão e equidade;
esteja subordinada aos objetivos pedagógicos.
Após a aprovação, o relatório do CNE ainda passará por consulta…
