Após derrota de Messias e em semana decisiva para terras raras, governo paga R$ 2,4 bi em emendas
Após a derrota histórica com a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF), o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acelerou o pagamento de emendas parlamentares, quitando R$ 2,4 bilhões esta semana.
Segundo o Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop), do Ministério do Planejamento, ao todo foram pagos quase R$ 3 bilhões em emendas até a quinta-feira (7). O valor corresponde a 17% do que ainda precisa ser pago.
A maior parte da liberação aconteceu na quarta-feira (6), quando a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), com um fundo garantidor para estimular projetos e crédito tributário de R$ 5 bilhões para incentivar o processamento de minérios no país.
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A maioria das emendas pagas pelo governo Lula são recursos que precisam ser pagos obrigatoriamente ainda no primeiro semestre de 2026, segundo calendário aprovado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
O cronograma aprovado na LDO prevê o pagamento de 65% das emendas individuais e de bancada a fundos de saúde e de assistência social e para as transferências especiais, conhecidas como “emendas PIX”, que podem ser aplicadas em qualquer finalidade.
Nesse cenário, a previsão é que o governo tenha que…
