Cultura Jazz reúne mais de 4 mil pessoas em programação de música instrumental em Belo Horizonte

Cultura Jazz reúne mais de 4 mil pessoas em programação de música instrumental em Belo Horizonte

Projeto realizou quatro apresentações em diferentes pontos da cidade e promoveu oficinas gratuitas de improvisação musical.

O “Cultura Jazz – Festival de jazz & oficinas” realizou quatro apresentações entre agosto e outubro de 2025 em Belo Horizonte. Viabilizado por meio da Lei Rouanet, o projeto teve programação gratuita, aberta a diferentes faixas etárias e realizada em espaços de fácil acesso. Segundo estimativa, cerca de 4.270 pessoas participaram dos quatro shows.

A abertura aconteceu em 23 de agosto, na Praça Duque de Caxias, no bairro Santa Tereza. A programação ao ar livre reuniu Warley Mascarenhas Sexteto, Fred Selva Trio, Jamba Trio e Mambo Jazz. O espaço recebeu palco, estrutura de som e iluminação, camarim, cadeiras, banheiros químicos, grades e equipe de segurança. Cerca de 2.500 pessoas participaram só no primeiro dia.

A programação continuou em 18 de setembro, na Casa Outono, no bairro Carmo, com apresentação do Warley Mascarenhas Sexteto para cerca de 120 pessoas. Em 21 de setembro, o projeto chegou ao Colégio Arnaldo, na região central de Belo Horizonte, onde aproximadamente 1.500 pessoas acompanharam o show em um espaço amplo, com cadeiras disponíveis para o público e acesso facilitado. O encerramento ocorreu em 2 de outubro, no Chopperhead Garage, no bairro Prado, também com entrada gratuita.

Além dos shows, o projeto realizou oficinas gratuitas na Casa Outono, nos dias 26 de agosto e 9 de setembro, com três horas de duração cada. Os encontros abordaram improvisação para diferentes instrumentos e estilos musicais, interpretação harmônica, desenvolvimento rítmico e melódico, prática em conjunto e construção de frases musicais.

A circulação por diferentes regiões e formatos de espaço ampliou as possibilidades de contato do público com a música instrumental, reunindo desde uma programação aberta em praça pública até apresentações em ambientes menores e atividades de formação.

A programação também contou com medidas de acessibilidade. Profissionais permaneceram disponíveis para orientar pessoas que precisassem de auxílio de locomoção, informações ou acompanhamento. Houve narração em tempo real das ações para pessoas com deficiência visual e distribuição de materiais impressos com informações sobre o projeto para pessoas com deficiência auditiva. Nas oficinas, um profissional capacitado também ficou disponível durante as atividades.

A redação