Como Países Baixos se tornaram terceiro maior exportador de alimentos do mundo apesar do território pequeno

Como Países Baixos se tornaram terceiro maior exportador de alimentos do mundo apesar do território pequeno

O professor Leo Marcelis é chefe do grupo de Horticultura e Fisiologia Vegetal da Universidade de Wageningen
Guy Ackermans/WUR
Centenas de pés de tomate crescem protegidos por uma grande estrutura de vidro. Mas esta não é uma estufa comum.
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Desde os níveis de gás até a cor da luz, cada variável é monitorada por sensores que enviam as informações para computadores que, por sua vez, rodam algoritmos refinados com inteligência artificial.
O resultado é uma produção até cinco vezes maior do que a de uma estufa de baixa tecnologia na América Latina.
As plantas estão localizadas no campus da Universidade e Centro de Pesquisa de Wageningen (WUR), nos Países Baixos, um centro de renome mundial para pesquisa em produção de alimentos.
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A universidade fica no coração do chamado Food Valley (“Vale da Alimentação”, em tradução literal do inglês), um complexo de centros de pesquisa que permitiu que os Países Baixos se tornassem o terceiro maior exportador de alimentos do mundo (em valor monetário) com um território de pouco mais de 41.000 km², 70 vezes menor que a Argentina.
Como isso foi possível? A BBC Mundo (serviço em língua espanhola da BBC) conversou com especialistas da Universidade de Wageningen, incluindo pesquisadores latino-americanos, sobre inovações na…

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